CIDADE DO VATICANO - O Vaticano afirmou neste sábado que ainda não decidiu se tomará uma ação legal contra a mulher que se jogou sobre o papa Bento 16, enquanto enfrenta pedidos de uma segurança mais eficiente para proteger o pontífice.


O Vaticano afirmou que suas autoridades de Justiça vão decidir nos próximos dias que medidas tomar contra Susanna Maiolo, 25, que saltou sobre uma barreira na basílica, avançou sobre o papa, agarrou suas roupas e o derrubou no chão.

Normalmente os que cometem uma violação no Vaticano são entregues ao sistema judiciário italiano para ser instaurado um processo. Mas Maiolo teria um histórico de doença mental e não está claro se ela tinha intenção de ferir o papa. Ela não estava armada e ele não ficou ferido.

Um porta-voz afirmou que a Justiça do Vaticano "é normalmente benevolente", sinalizando que Maiolo provavelmente receberá tratamento de longo prazo em uma instituição psiquiátrica italiana sem ser acusada.

Entretanto, a segurança do Vaticano está sendo julgada pela mídia e internamente pelo próprio Vaticano.

Fontes do Vaticano disseram que uma série de autoridades de alto escalão pediram reservadamente por o que uma delas chamou de "revisão detalhada" dos procedimentos de segurança que permitam que o papa mantenha contato com a público mas que reduzam os riscos.

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