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Uruguaio envolvido no caso da mala na Argentina se declara culpado

Miami, 23 abr (EFE).- O uruguaio Rodolfo Edgardo Wanseele Paciello, um dos cinco acusados de conspirar para atuar como agentes disfarçados da Venezuela no caso da mala envolvendo a Argentina, se declarou hoje culpado perante um juiz da Flórida.

EFE |

Wanseele Paciello se declarou culpado após fazer um acordo com as autoridades americanas, o que lhe permitiria receber uma sentença menor em relação ao "caso da mala", que foi encontrada na Argentina em agosto passado com quase US$ 800 mil.

Ele é o terceiro acusado a se declarar culpado depois dos venezuelanos Moisés Maionica, em 25 de janeiro, e Carlos Kauffman, em 3 de março.

A declaração de culpabilidade de Wanseele Paciello, de 40 anos, foi anunciada por Alexander Acosta, procurador federal do distrito sul da Flórida.

Acosta disse que o uruguaio, que apresentou sua declaração perante a juíza Joan Lenard em um tribunal de Miami, receberá sua sentença em 14 de julho.

Wanseele Paciello se declarou culpado de duas das acusações que pesavam contra si.

O uruguaio, além de Kauffman, Maionica e o também venezuelano Franklin Durán, era acusado de participar de uma operação para encobrir a origem dos US$ 800 mil que supostamente seriam destinados à campanha eleitoral de um candidato presidencial da Argentina, segundo os procuradores federais.

O empresário americano venezuelano Guido Antonini Wilson, radicado em Miami, viajou com a mala de Caracas a Buenos Aires em agosto de 2007 em um avião junto a vários funcionários da estatal Petróleos de Venezuela S/A (PDVSA).

Na Argentina, a mala foi apreendida por agentes de alfândegas argentinos.

Os acusados, segundo as autoridades americanas, tentaram pressionar Antonini Wilson para não que revelasse a origem e destino do dinheiro. EFE emi/db

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