Uruguai quer construir termelétrica a carvão no Rio Grande do Sul

Rio de Janeiro, 18 jul (EFE) - O Uruguai estuda construir uma usina termelétrica movida a carvão em Candiota, no Rio Grande do Sul, como uma forma de reduzir o atual déficit energético, disseram autoridades dos dois países. Segundo o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, o projeto já está sendo negociado e tem o total apoio do Governo federal. A usina teria capacidade para gerar 350 megawatts (MW) de eletricidade, que seriam enviadas quase exclusivamente ao mercado uruguaio. A opção de construir a usina no Brasil é melhor em termos ambientais do que transportar o carvão em caminhões até território uruguaio, o que deixaria um rastro de pó no caminho, pois é um produto poluente, destacou o ministro. Lobão e o titular de Minas e Energia do Uruguai, Daniel Martínez, assinaram hoje no Rio de Janeiro um acordo que oficializa a transferência de 72 MW por dia ao Uruguai a partir de hoje, segundo o aprovado recentemente pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Martínez disse que o Uruguai está disposto a investir mais em tecnologias modernas para reduzir o impacto ambiental da nova usina e que, de qualquer forma, o Governo uruguaio espera aumentar de 72 MW até 500 MW por dia suas compras de eletricidade brasileira. Embora não erga a termelétrica no Brasil, o Uruguai financiará a construção da linha de transmissão até território uruguaio, disse Martínez a jornalistas em entrevista coletiva junto com Lobão, na sede do CNPE. Por enquan...

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EFE ol/db

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