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Uribe diz que não quer que Equador e Venezuela sofram atropelos das Farc

Bogotá, 12 mai (EFE).- O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pediu hoje à comunidade internacional que verifique as atrocidades cometidas pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e assegurou que não quer que países fronteiriços como o Equador e a Venezuela sofram os atropelos da guerrilha.

EFE |

Uribe, que visitou o departamento de Tolima (oeste), afirmou que as Farc assassinaram nessa região no último ano 46 soldados e policiais, e feriram outros 146.

"Que isso seja conhecido na Europa, na América Latina. Que o que o que sofremos aqui seja conhecido no Equador e na Venezuela", expressou o governante colombiano.

As declarações de Uribe ocorrem no momento em que o presidente do Equador, Rafael Correa, realiza uma viagem pela Europa. Em 3 de março, o chefe de Estado equatoriano rompeu relações com a Colômbia depois que tropas do país atacaram um acampamento das Farc em território equatoriano.

Nesta operação morreram 26 pessoas, dentre as quais o "número dois" da guerrilha, conhecido como "Raúl Reyes", assim como o equatoriano Franklin Aisalla, quatro estudantes universitários mexicanos e um militar colombiano.

"Isto é o que queremos: que os povos irmãos do Equador e da Venezuela nunca sofram este atropelo das Farc, que há 40 anos maltratam comunidades como Tolima", acrescentou o presidente colombiano. EFE gta/gs

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