Bogotá, 25 mai (EFE).- O presidente colombiano, Álvaro Uribe, considerou hoje após a confirmação da morte de Tirofijo, o líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que seu Governo deve trabalhar muito para que não reapareçam criminosos.

Sem mencionar o falecido Pedro Antonio Marín, também conhecido como "Manuel Marulanda Vélez", Uribe indicou que "agora o Governo precisa pensar em trabalhar muito pelo povo colombiano para que na Colômbia não reapareçam criminosos, sob o pretexto de defender o povo".

Uribe formulou essa breve declaração aos jornalistas no marco de uma visita a localidade de Quetame (este de Bogotá), que foi atingida no sábado por um terremoto de 5,5 graus na escala aberta de Richter que pôde ser sentido no centro e no leste do país.

As autoridades colombianas confirmaram hoje que o terremoto causou 11 mortos, 54 feridos e destruiu mais de 400 casas, uma igreja e várias escolas.

"Tirofijo" morreu no dia 26 de março de um infarto cardíaco, segundo confirmou a própria guerrilha. EFE ocm/fb

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