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Unasul critica violência e pede diálogo na Bolívia

Santiago do Chile, 12 set (EFE) - A União de Nações Sul-americanas (Unasul) rejeitou a onda violência que vive Bolívia e defendeu um diálogo voltado a soluções compartilhadas, declarou hoje a presidente chilena, Michelle Bachelet, dirigente temporária dessa organização.

EFE |

"A União de Nações Sul-americanas rejeita profundamente a violência e a perda de vidas humanas que ocorreram na República da Bolívia", disse Bachelet, em comunicado.

Ela acrescentou que a Unasul "deseja fervorosamente que a República da Bolívia retome o leito da convivência pacífica, voltado a soluções compartilhadas, da democracia e consolidação institucional".

Em seguida, a presidente chilena falou novamente sobre a situação na Bolívia, em um ato na cidade de Copiapó, onde fez um apelo "ao fim imediato da violência na Bolívia".

A governante insistiu em que "é preciso gerar todas as condições para um diálogo pacífico e para instalar uma mesa de diálogo" que resolva o conflito.

"Sabemos que há uma institucionalidade vigente, há autoridades legitimamente eleitas e que foram recentemente referendadas com toda a legitimidade", acrescentou a presidente.

Bachelet tentou, esta manhã, entrar em contato com o presidente boliviano, Evo Morales, mas este se encontrava em reunião de emergência com seu Gabinete. EFE gs/db

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