UE rejeita restrições ao comércio de carne suína e derivados

Bruxelas, 6 mai (EFE).- O Comitê Permanente da Cadeia Alimentar e Saúde Animal da União Europeia (UE) definiu como injustificadas as restrições ao comércio de carne de porco e derivados, como as impostas pela Rússia a este tipo de produto em reação à gripe suína.

EFE |

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.

Em uma declaração escrita, o comitê manifestou que, segundo as opiniões atuais de organismos internacionais e científicos sobre a "segurança" do consumo de alimentos do porco, não há justificativa para limitar as importações ou exportações desse tipo de produto.

Atualmente, a Rússia restringe a importação de produtos derivados do porco de Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá por causa da gripe.

Os representantes dos países da UE analisaram, em reunião realizada esta semana, o caso "muito provável" de porcos que podem ter contraído o vírus da gripe no Canadá após terem sido contaminados por uma pessoa que retornou do México.

Caso se confirme, este seria o primeiro caso de transmissão da doença de humanos a animais.

Segundo o comitê da UE, tanto as informações vindas do Canadá, quanto as medidas tomadas por este país, permitem assegurar que é seguro comer carne de porco.

Os especialistas do bloco destacam as declarações neste sentido da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês) e outras entidades. EFE ms/bba

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