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UE proibe lâmpadas incandescentes a partir de 2010

Luxemburgo, 10 out (EFE).- Os países da União Européia (UE) decidiram hoje proibir o uso de lâmpadas incandescentes a partir de 2010, em um esforço para generalizar o uso de eletrodomésticos ecologicamente corretos.

EFE |

Os ministros de Energia reunidos em Luxemburgo aprovaram conclusões com as quais pretendem completar a legislação européia já existente sobre a matéria, que já afetava numerosos produtos como lavadoras, máquinas de lavar pratos e fornos elétricos.

Concretamente, eles apoiaram que "a venda de todos os produtos de iluminação doméstica com menor rendimento esteja proibidos a partir de 2010, quando existirem fórmulas de substituição", diz a ata de resoluções.

Os ministros alegaram que desejam evitar riscos de falta de oferta no mercado ou qualquer perda de funcionalidade que prejudique os usuários.

Eles pediram à Comissão Européia (CE) que apresente, ainda em 2008, um projeto de regulamento que para iniciar um processo gradual que se conclua na proibição de todas as lâmpadas incandescentes e de baixo rendimento.

A medida já foi comemorada por grupos ambientalistas como o WWF, que a considerou "um passo adiante positivo".

Segundo cálculos WWF, o consumo das lâmpadas incandescentes é de três a cinco vezes superior ao das lâmpadas eficientes e sua substituição contribuiria à redução do consumo de energia em 60%, o que equivale cerca de 30 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

No entanto, esta organização lamentou que a UE não tenha adotado ainda uma meta de redução do consumo energético primário em 20% para 2020.

"Manter a eficiência energética como uma ferramenta opcional não nos conduzirá à necessária redução das emissões de gases do efeito estufa em 30% em 2020", afirmou a ONG em comunicado.

Os ministros mencionaram hoje esta redução do consumo anual de energia primária, que já figurava em conclusões anteriores, mas não foram além disso.

Eles também se mostraram a favor de uma política integrada em matéria de clima e energia baseada em três objetivos: luta contra a mudança climática, segurança de fornecimento e manutenção da competitividade das economias européias. EFE mrn/jp

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