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UE pede libertação imediata de Suu Kyi

Bruxelas, 18 mai (EFE).- A União Europeia (UE) pediu a imediata libertação da dirigente opositora birmanesa Aung San Suu Kyi, que pode pegar uma pena de até cinco anos de prisão por violação da prisão domiciliar em um julgamento contra si que começou hoje.

EFE |

A UE "condena com firmeza o processo e pede a imediata libertação" de Suu Kyi, declarou hoje o ministro de Assuntos Exteriores tcheco, Jan Kohout, após uma reunião dos chefes da diplomacia dos 27 países que integram o bloco.

Em suas conclusões sobre a questão de Mianmar, os ministros da UE pediram a "libertação imediata" da dirigente opositora e lembraram que a detenção ocorreu "dias antes do fim de sua prisão domiciliar".

Os diplomatas presentes decidiram por "aumentar o diálogo" sobre Mianmar com os países asiáticos, mas não aprovaram novas sanções a esse país.

Em vez disso, houve um acordo para pedir às instituições da UE o estudo de ideias sobre como as atuais sanções podem ser reforçadas.

No mês passado, a UE renovou suas sanções a Mianmar, que são basicamente econômicas e contra dirigentes do regime e seus familiares, destacando que estava disposta a revisar tal decisão em função da evolução da situação no país. EFE rcf/bba

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