UE pede que China e países africanos não vendam armas ao Zimbábue

Luxemburgo - Os ministros de Exteriores da União Européia (UE) pediram hoje à China e a vários países da África que imponham um embargo de armas ao Zimbábue, onde as autoridades eleitorais ainda não publicaram os resultados das eleições de 29 de março, e aumentam os ataques e a intimidação contra a oposição.

EFE |

Os ministros pediram a publicação "imediata" dos resultados dessas eleições, já que o atraso "causa sérias preocupações sobre a credibilidade do processo" eleitoral.

O Conselho de Ministros da UE aprovou um texto de conclusões, no qual consideram "inaceitável e injustificável" que não haja resultados quatro semanas após as eleições.

Também ressalta que os países africanos, especialmente os do sul do continente, têm "um papel e uma responsabilidade cruciais" na solução da atual crise do Zimbábue.

Além disso, lembra que a UE "não fornece ou vende" ao Zimbábue armas, nem material que possa ser usado para a repressão interna no país.

Por isso, pediu que outros países façam o mesmo através de "uma moratória de fato", em uma solicitação que não menciona nenhum país concreto, mas que fontes européias disseram que se refere à China e a outros países africanos.

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