UE pede para se proteger civis no Iêmen, após morte de 87 refugiados

Bruxelas, 18 set (EFE).- A Presidência sueca de turno da União Europeia (UE) disse hoje sua profunda preocupação com o ataque aéreo de ontem do Exército iemenita a um campo de refugiados e deslocados das regiões xiitas do norte do Iêmen, no qual morreram 87 pessoas e 40 ficaram feridas, pedindo às partes para proteger os civis.

EFE |

Em comunicado, a Presidência da UE lembrou a todas as partes em conflito sua "obrigação" de respeitar os direitos humanos e a lei humanitária internacional.

Reiterou também seu dever de tomar "todas as medidas necessárias" para proteger a população civil.

Por último, enviou suas mais profundas condolências às famílias das vítimas.

Os bombardeios aconteceram na tarde desta quinta-feira na província de Omran, noroeste de Sana, e entre as vítimas há mulheres, crianças e idosos, que viviam em condições precárias no acampamento.

Trata-se do pior ataque desde o início da ofensiva do Governo do Iêmen contra os rebeldes xiitas no norte do país, que começou no dia 11 de agosto. EFE rja/ma

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