UE oferece ao Haiti 1ª ajuda de emergência de 3 mi de euros

Bruxelas, 13 jan (EFE).- A Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) anunciou hoje o desbloqueio de 3 milhões de euros em ajuda de emergência para o Haiti, após o terremoto registrado no país.

EFE |

"Esta é a primeira decisão", destacou o porta-voz de Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, John Clancy, que lembrou que os 3 milhões são a quantia máxima prevista para este tipo de ação de emergência.

Segundo o porta-voz, nos próximos dias, os recursos poderão ser ampliados, conforme se conheça as necessidades específicas do Haiti.

Um especialista do Executivo comunitário está tentando chegar ao país a partir da República Dominicana, para oferecer um relatório preliminar da situação, informou a Comissão.

A decisão de hoje foi tomada em reunião extraordinária com a participação da alta representante para Política Externa e Segurança Comum da União Europeia (UE), Catherine Ashton, e dos outros comissários responsáveis neste âmbito.

Até agora, a Bélgica disse que poderia enviar ainda hoje um avião com um corpo de resgate de 60 pessoas, equipes de busca de vítimas, instalações para a purificação de água e um hospital de campanha, se o Governo autorizar.

Segundo a Comissão Europeia, Luxemburgo também ofereceu uma equipe de resgate.

O presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, transmitiu, em comunicado, suas condolências e solidariedade às vítimas do terremoto e pediu que as instituições comunitárias mobilizem a ajuda o mais rápido possível.

Por enquanto, não se sabe o número de mortos e feridos, mas a magnitude do tremor pode indicar um número muito elevado, sobretudo na capital, onde pelo menos 100 edifícios desabaram e milhares de pessoas poderiam estar desde ontem sob os escombros.

O Exército brasileiro confirmou hoje que pelo menos quatro militares do país que fazem parte da força de paz da ONU no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu na terça-feira esse país caribenho, enquanto pelo menos cinco militares ficaram feridos. EFE mvs/an

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