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UE mantém projetos sobre biocombustíveis apesar das críticas

Apesar das duras críticas, os biocombustíveis não serão abandonados pela União Européia (UE), que teme ser obrigada a rever todo seu programa de luta contra o aquecimento global; os biocombustíveis vêm sendo acusados de representarem um http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/04/14/relator_da_onu_diz_que_biocombustiveis_sao_um_crime_contra_a_humanidade_1271066.htmlcrime contra a humanidade e mesmo uma ameaça ao meio ambiente, http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/04/14/brasil_esta_fora_do_quadro_tracado_pela_onu_avalia_stephanes_1272296.html Brasil está fora do quadro traçado pela ONU, avalia Stephanes Blog do Sakamoto: http://blogdosakamoto.blig.ig.com.br/2008_04.html#post_19110779ONU critica biocombustíveis e reafirma Fidelhttp://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/04/14/brasil_esta_fora_do_quadro_tracado_pela_onu_avalia_stephanes_1272296.html

AFP |

"Não se planeja no momento suspender os objetivos fixado para os biocombustíveis", afirmou nesta segunda-feira Barbara Helfferich, porta-voz do Comissário para o Meio Ambiente Stavros Dimas.

Em 2007, os 27 membros da UE haviam se comprometido com uma redução de 20% dos gases de efeito estufa até 2020, e com um aumento de 20% da parte de energias renováveis no consumo energético total do bloco e de 10% dos biocombustíveis no transporte.

Em 14 de março, os líderes europeus ratificaram em Bruxelas a determinação de chegar a um acordo até o fim do ano sobre este plano de ação, apesar de não esconderem as preocupações sobre as conseqüências para as indústrias e os possíveis efeitos negativos dos biocombustíveis.

"Não se pode alterar um objetivo político ou se corre o risco de se debater todos os outros objetivos", explicou à AFP um responsável europeu que preferiu não se identificar.

As críticas estão, no entanto, cada vez mais duras contra os biocombustíveis, em meio ao aumento dos preços alimentares e a multiplicação dos protestos contra a fome nos países em desenvolvimento.

"A fabricação de biocombustíveis é hoje um crime contra a humanidade", indicou nesta segunda-feira o suíço Jean Ziegler, relator especial das Nações Unidas para o direito à alimentação.

Se a UE não pensa em abandonar seus projetos, os 27 devem aprovar em 7 de maio exigentes condições para a produção de biocombustíveis, que não poderão ser fabricados com matérias-primas procedentes de bosques virgens nem de zonas naturais protegidas.

Em meio à polêmica, a Comissão Européia indicou nesta segunda-feira que irá propor a supressão dos incentivos para os cultivos destinados à produção de biocombustíveis.

"Vamos propor aos Estados membros que suprimam esses incentivos, porque o mercado existe para os biocombustíveis e já não é necessário estimular o cultivo", afirmou, em Bruxelas, o porta-voz europeu para questões de agricultura, Michael Mann.

Esses incentivos são de "90 milhões de euros (cerca de 239 milhões de reais) para dois milhões de hectares", disse Mann.

Vários dirigentes europeus já haviam manifestado preocupação com a utilização da produção agrícola com fins energéticos em detrimento dos alimentos.

"A produção agrícola com fins alimentícios deve ser claramente prioritária", assegurou nesta segunda-feira o ministro francês de Agricultura, Michel Barnier, que propôs uma iniciativa européia diante do aumento dos preços das matérias-primas.

Segundo Barnier, é necessário "produzir para alimentar", uma forma de dizer que a UE deve limitar a área dos biocombustíveis extraídos de vegetais - que os 27 Estados se comprometeram a desenvolver para lutar contra as mudanças climáticas -, para que não se reduza os cultivos alimentares.

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