Por Lucy Hornby

PEQUIM (Reuters) - Diálogos entre líderes europeus e chineses sobre o Irã estão se direcionado para discutir como deveriam ser aplicadas as sanções,e não mais se deveriam ser aplicados, disse a União Europeia nesta sexta-feira.

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Por Lucy Hornby

PEQUIM (Reuters) - Diálogos entre líderes europeus e chineses sobre o Irã estão se direcionado para discutir como deveriam ser aplicadas as sanções,e não mais se deveriam ser aplicados, disse a União Europeia nesta sexta-feira.

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UE e China discutem como, e não se, aplicar sanções ao Irã

Por Lucy Hornby

PEQUIM (Reuters) - Diálogos entre líderes europeus e chineses sobre o Irã estão se direcionado para discutir como deveriam ser aplicadas as sanções,e não mais se deveriam ser aplicados, disse a União Europeia nesta sexta-feira.

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Por Lucy Hornby

PEQUIM (Reuters) - Diálogos entre líderes europeus e chineses sobre o Irã estão se direcionado para discutir como deveriam ser aplicadas as sanções,e não mais se deveriam ser aplicados, disse a União Europeia nesta sexta-feira.

A chefe de assuntos estrangeiros da UE, Catherine Ashton, disse ao primeiro-ministro chinês, Wen Jiaobao, que sanções eram necessárias para manter a pressão sobre o Irã contra suas atividades nucleares, e afirmou que sentiu uma boa recepção da China a essa posição.

"O premiê Wen estava claramente no processo de dizer que deveríamos tê-las (as sanções) mas.. ele quer que sejam direcionadas", disse ela.

A posição de Wen parece estar de acordo com uma declaração do Ministério de Relações Exteriores chinês na quarta-feira dizendo, que a China "não se opõe à estratégia de duas vias de diálogo e sanções."

Essa declaração, que aconteceu após reunião entre os presidentes da China e da França, reiterou que a China não esperava que sanções resolveriam o assunto. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse depois da reunião que o momento de impor as sanções estava se aproximando.

Pequim enfrenta crescente pressão dos governos Ocidentais para apoiar uma nova rodada de sanções do Conselho de Segurança da ONU contra o Irã pelas polêmicas atividades nucleares iranianas, apesar de tentar manusear um papel diplomático intermediário entre as nações com poder nuclear e os países sem essa capacidade.

O Irã rejeita acusações do Ocidente de que estaria desenvolvendo armas nucleares secretamente e afirma que o objetivo de seu programa nuclear é a geração de energia e outras atividades pacíficas.

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