UE debaterá crise de saúde provocada pela bactéria E.coli

Reunião nesta segunda-feira vai medir o impacto provocado pela bactéria; até o momento, 19 pessoas morreram

EFE |

Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) debaterão nesta segunda-feira o impacto na saúde pública da agressiva infecção causada pela bactéria E. coli, que até o momento matou 19 pessoas e deixou centenas de doentes. Durante o conselho de ministros, o comissário de Saúde europeu, John Dalli, informará em Luxemburgo sobre as últimas notícias do surto.

"Quero manter um debate significativo e concreto sobre o assunto no conselho (...), com a esperança que possamos consolidar ainda mais nossos esforços para combater o surto de E. coli", disse o comissário em comunicado. O assunto promete ocupar boa parte da reunião, já que oito estados-membros detectaram casos de infecção em cidadão que viajaram a Hamburgo, na Alemanha. São eles Áustria, República Tcheca, Dinamarca, França, Holanda, Espanha, Suécia e Reino Unido.

Neste fim de semana, a comissão ofereceu ajuda às autoridades alemãs para acelerar as investigações que permitam chegar à origem da cepa infecciosa. Segundo a Organização Mundial da Saúde, foram registrados 1.823 infectados pela bactéria letal, dos quais 552 desenvolveram a síndrome hemolítica-urémica (a complicação renal que está causando a maioria das mortes).

Os ministros devem debater a aprovar nesta segunda-feira conclusões sobre a imunização da infância e em favor de sistemas sanitários sustentáveis e responsáveis. Está previsto que apóiem um pacto europeu para a proteção da saúde mental e um conjunto de medidas para a inovação no setor dos equipamentos e dispositivos médicos.

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