A presidência tcheca da União Européia (UE) concluiu nesta quinta-feira que a chegada ao poder de Andry Rajoelina em Madagascar foi, de fato, um golpe de Estado.

"Houve um golpe de Estado, isso não foi uma eleição democrática", declarou o chefe da diplomacia tcheco, Karel Schwarzenberg, em uma entrevista coletiva ao término do primeiro dia da cúpula européia em Bruxelas.

"No momento, vamos adotar uma abordagem prudente. Vamos ver como as coisas evoluem", acrescentou.

Pouco antes, os Estados Unidos haviam classificado como "não democrática" a chegada ao poder do novo presidente de Madagascar, indicando que reeavaliaria suas relações com a ilha africana.

Rajoelina anunciou nesta quinta-feira a suspensão das "atividades da Assembléia Nacional e do Senado", 48 horas depois da demissão forçada de seu predecessor, Marc Ravalomanana.

cat-mar/ap

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