BRUXELAS (Reuters) - Ministros de Relações Exteriores da União Europeia condenaram nesta segunda-feira o uso de passaportes europeus falsos pelos assassinos que mataram um militante palestino em Dubai, mas não fizeram referência específica a Israel. Fontes diplomáticas disseram na manhã de segunda-feira que o comunicado tinha como objetivo censurar Israel por sua suposta participação na morte de Mahmoud al-Mabhouh no mês passado. Israel não quis confirmar ou negar qualquer envolvimento.

"A UE condena veementemente o fato de que os envolvidos na ação usaram passaportes fraudulentos dos estados-membros da UE e cartões de créditos adquiridos através do roubo de identidades de cidadãos da UE", disse um comunicado dos ministros da União Europeia.

(Por Luke Baker)

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