Bruxelas, 18 mai (EFE).- Os países da União Europeia (UE) concordaram hoje sobre a necessidade de ampliar a ação da missão contra a pirataria na Somália até as Seychelles, para onde os piratas foram como forma de fugir da pressão do norte.

Os membros da UE acordaram também que é preciso destinar mais meios marítimos e aéreos e prorrogar a operação para além de dezembro.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa pela ministra da Defesa espanhola, Carme Chacón, que expressou sua "satisfação" com a "unanimidade" na UE sobre o "sucesso" e as "novas necessidades" da missão.

A ministra frisou que hoje o que se alcançou foi um compromisso político, e as decisões formais sobre essas novas medidas serão tomadas mais adiante.

Os ministros também entraram em acordo de que é preciso melhorar o apoio à missão contra a pirataria que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) realiza no Golfo de Áden, assim como agradecer ao Quênia por sua colaboração em julgar piratas.

Outra das convicções "unânimes" foi que os crimes são cometidos no mar, mas o problema é uma relativa falta de segurança em terra.

Por isso, a UE vai estudar iniciar um processo de treinamento de forças militares somalis, como explicaram à Agência Efe fontes diplomáticas. EFE met/rr

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