Ucrânia defende seu direito de adesão à Otan

O presidente ucraniano, Viktor Yushchenko, reafirmou nesta sexta-feira em Bucareste o direito de seu país de construir uma política própria em termos de segurança, depois que a Otan se comprometeu a admitir o país no futuro, apesar da oposição da Rússia.

AFP |

"A Ucrânia não é um produto da Guerra Fria. É um Estado independente e soberano que tem perfeitamente o direito de construir sua política em termos de segurança", declarou Yushchenko ao fim de uma reunião com os líderes da Otan na capital romena.

Yushchenko disse que a futura adesão à Otan não é dirigida contra a Rússia: "Nosso interesse pelas relações euroatlânticas não está dirigido contra nenhum país".

Também garantiu que a entrada do país na Otan não teria como conseqüência a instalação de bases da Aliança Atlântica em território ucraniano.

O secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, afirmou que a decisão adotada pela Aliança a respeito da Ucrânia "é o início de um procedimiento que levará à adesão" da antiga república soviética.

bur-mar/fp

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