Turquia e Coreia do Sul vão enviar embarcações para costa da Somália

Redação Central, 6 fev (EFE).- O ministro turco de Assuntos Exteriores, Ali Babacan, anunciou nesta sexta-feira que seu país pensa em enviar um barco para as costas da Somália integrado nas forças das Nações Unidas para combater a pirataria nessa região.

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Babacan disse que das três opções para lutar contra a pirataria nas águas da Somália, como país individual, como parte da União Europeia ou dentro da ONU, a Turquia prefere esta última opção.

O Parlamento turco deve tomar a decisão final para enviar forças militares ao estrangeiro e o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, comunicou ao Parlamento na quinta-feira sua intenção de deslocar uma peça da Marinha turca à baía de Áden e a águas somalis.

A Turquia tinha uma fragata na região, que patrulhava em uma operação da Otan, concluída em 12 de dezembro do ano passado.

Nos últimos meses de 2008, três navios turcos com 37 membros de tripulação foram sequestrados por piratas somalis e foram libertados depois, após pagar um resgate aos sequestradores.

E a Coreia do Sul também decidiu enviar uma embarcação para a zona. Deve ser um navio de guerra equipado com um sistema de armas avançado, segundo informou hoje a agência local "Yonhap".

O destróier "Munmu, o Grande", construído em 2003 e capaz de lançar torpedos e mísseis antiaéreos, será deslocado como parte das forças multinacionais para combater a pirataria no litoral somali.

O almirante Choi Soo-young, citado pela "Yonhap", destacou hoje que a Marinha sul-coreana possui as armas e o treinamento necessários após vários casos de infiltração de navios norte-coreanos em suas águas territoriais, o que lhes permitirá combater eficazmente a pirataria.

Se o Parlamento sul-coreano der o sinal verde, se prevê que o desdobramento aconteça por volta de março. EFE dt/ma

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