A decisão sobre uma possível libertação de prisioneiros libaneses por parte de Israel em troca dos dois soldados israelenses em poder do Hezbollah, supostamente mortos, foi adiada, informaram fontes do governo hebreu.

A decisão se deve à oposição das autoridades de Defesa, especialmente dos chefes dos serviços de Segurança Interno (Shin Beth) e dos serviços secretos (Mossad), a uma libertação de prisioneiros vivos pelos corpos de soldados israelenses.

Oficialmente, Israel não anunciou a morte dos soldados Eldad Reguev e Ehud Goldwasser, seqüestrados em julho de 2006 pelo movimento radical libanês Hezbollah na fronteira com o Líbano e desde então não se tem sinais de vida dos militares.

Segundo a imprensa israelense, o primeiro-ministro Ehud Olmert, que no domingo se recusou a se reunir com o gabinete de segurança que deveria aprovar a operação, hesita em levar adiante o plano negociado com a mediação da Alemanha.

ms/fp

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