Tribunal japonês rejeita novo julgamento para fundador de seita

Tóquio, 18 mar (EFE).- Um tribunal de Tóquio rejeitou hoje o pedido de um novo julgamento para Shoko Asahara, fundador da seita Verdade Suprema, que, há 14 anos, matou 12 pessoas nos atentados com gás sarin no metrô da capital japonesa, informou a agência Kyodo.

EFE |

Asahara, guru da seita, já foi condenado à pena de morte sem possibilidade de apelação desde que a Corte Suprema japonesa ratificou a decisão, em 2006.

A agência "Kyodo" ainda informa que o pedido de um novo julgamento foi feito pelos defensores do fundador da Verdade Suprema, rebatizada como Aleph, e que pediu desculpas pelos atentados passados.

A notícia foi divulgada dois dias antes do aniversário de 14 anos dos atentados com gás sarin que, em 20 de março de 1995, causaram o caos no metrô de Tóquio, deixando 12 mortos e seis mil feridos.

Em fevereiro de 2004, um tribunal de Tóquio condenou Asahara, cujo nome verdadeiro é Chizuo Matsumoto, à pena de morte por 13 crimes que provocaram 27 mortes, entre elas as de pessoas que lutavam contra a seita.

Em 15 de setembro de 2006, a Corte Suprema japonesa o condenou à forca sem possibilidade de apelação, apesar de os advogados de defesa terem alegado que Asahara sofrido distúrbios mentais. EFE psh/bba

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