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Tribunal israelense condena líder islamita por agredir policial

Jerusalém, 13 jan (EFE).- Um tribunal de Jerusalém condenou hoje a nove meses de prisão o líder da facção norte do Movimento Islâmico de Israel, Raed Salah, considerado culpado de agredir um policial durante uma manifestação em 2007.

EFE |

Salah, um conhecido dirigente islamita do norte de Israel, foi condenado também a seis meses de liberdade condicional e a pagar uma compensação de 7.500 shekels (1.360 euros) ao agente agredido.

"É uma punição significativa, para mostrar ao acusado a gravidade de seus atos", diz a decisão do juiz Itzhak Shimoni.

Salah tinha sido acusado de cuspir e empurrar o policial durante uma manifestação na Cidade Antiga de Jerusalém, com a intenção de forçar sua entrada em uma zona arqueológica isolada aos pés do Muro das Lamentações, à altura da Mesquita de al-Aqsa.

As escavações no lugar realizadas por Israel geraram há dois anos uma onda de protestos por todo o Oriente Médio.

Salah rejeitou a decisão do tribunal e assegurou que "continuará lutando para libertar ocupada Aqsa", que se encontra na parte leste de Jerusalém, ocupada por Israel em 1967. EFE elb/mh

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