Tribunal indiano confirma ilegalização de grupo islâmico acusado de atentados

Nova Délhi, 6 ago (EFE).- O Movimento Estudantil Islâmico da Índia (Simi), considerado terrorista pelo Governo indiano, continuará proibido no país por decisão do Tribunal Supremo, que suspendeu hoje uma ordem prévia de outra Corte.

EFE |

Um tribunal especial de Nova Délhi tinha suspendido nesta terça-feira à noite a proibição sobre o grupo, mas o Governo garantiu que atuaria imediatamente para evitar essa legalização, segundo a agência indiana "Ians".

"O material apresentado pelo Ministério do Interior (para a ilegalização) é insuficiente, portanto, a proibição não pode continuar", tinha decretado o tribunal, em meio a uma grande polêmica.

Apenas um dia depois, o Supremo, que tinha recebido um recurso urgente do Governo, suspendeu a decisão do tribunal de Nova Délhi após determinar que a legalização do Simi seria um "dano irreparável" para a luta da Índia contra o terrorismo.

O Simi tinha impugnado em 7 de fevereiro a proibição do Governo, que considera que o grupo está ativo e conta com o apoio de países estrangeiros.

Nos últimos dois anos, o Simi esteve na mira das agências de investigação indianas por seu possível envolvimento em vários atentados sofridos em diferentes cidades do país, como Mumbai, Nova Délhi, Hyderabad, Jaipur e Ahmedabad. EFE daa/an

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