Tribunal de Roma confirma prisão perpétua para ex-militares argentinos

Roma, 24 abr (EFE).- O Tribunal de Apelação de Roma confirmou hoje as penas de prisão perpétua para quatro ex-oficiais das Forças Armadas argentinas, pelo desaparecimento de três italianos durante a ditadura militar (1976-1983).

EFE |

A Corte confirmou as penas à revelia emitidas em primeira instância em 14 de março de 2007 contra os ex-militares Jorge Eduardo Acosta, Alfredo Ignacio Astiz, Jorge Raúl Vildoza e Antonio Vañek.

Sobre o ex-chefe da Guarda Naval Héctor Febres - condenado também à prisão perpétua em primeiro grau -, o promotor pediu sua exclusão do processo, já que o militar morreu em dezembro do ano passado por envenenamento com cianureto quando estava preso, segundo as investigações.

Todos eles são acusados do desaparecimento, entre 1976 e 1977, dos italianos Angela María Aietta Gullo, Giovanni Pecorato e sua filha Susana.

Neste processo também era acusado o ex-militar argentino Emilio Massera, de 81 anos, mas sua causa foi separada do sumário principal, à espera de novos relatórios médicos sobre sua saúde. EFE alg/an

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