Tribunal de Michigan nega benefícios médicos a casais homossexuais

Washington, 7 mai (EFE) - O Governo local e a universidade pública de Michigan não poderão oferecer assistência médica aos pares de seus funcionários homossexuais, segundo uma resolução da Corte Suprema publicada hoje.

EFE |

Em 2004 houve uma disposição que proibiu os casais homossexuais de se beneficiarem desta cobertura médica, mas agora isso foi ampliado para as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

Esta disposição, que afetará 375 casais homossexuais, foi possível após a emenda constitucional aprovada em Michigan em 2004, e que definia o casamento, "a todos os efeitos", como a união de um homem e uma mulher.

Os advogados que levam este caso lamentaram que Michigan está "no pior do pior quanto aos direitos dos casais homossexuais" em declarações à imprensa local.

De fato, temem levar o caso até a Corte Federal e que esse tribunal emitisse uma decisão que pudesse prejudicar os homossexuais de todo o país.

Alguns centros de ensino públicos já iniciaram outros sistemas alternativos para que os parceiros de seus empregados homossexuais que estavam se beneficiando de assistência continuem tendo cobertura médica. EFE elv/db

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