Túnis, 24 dez (EFE).- O tribunal de primeira instância de Túnis condenou hoje a diversas penas de prisão um grupo de cinco jovens, aos quais reconheceu culpados de uma tentativa de se unir à insurgência iraquiana ao amparo da peregrinação à cidade santa saudita de Meca.

O magistrado Mehrez Hamami, conhecido pela severidade de seus ditames na opinião de meios políticos da posição, condenou de 5 a 15 anos de prisão os acusados - Ben Amor, Ben Husine, Lamin Ben Tahar, Abdelhamid Ben Mohammed e Laid Sultani - de entre 20 e 29 anos.

Segundo a acusação, os jovens foram detidos na Arábia Saudita e extraditados para a Tunísia após as autoridades sauditas considerarem que seu seu objetivo era se unir a um grupo extremista.

A defesa sustentou que a única finalidade dos jovens era cumprir o rito da peregrinação à cidade santa dos muçulmanos, o que o tribunal rejeitou em suas conclusões. EFE mo/an

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