Tribunal aumenta penas de 9 terroristas no Marrocos

Rabat, 18 mai (EFE).- A sala do tribunal criminal de assuntos de terrorismo de Salé aumentou hoje as penas de prisão de nove dos 51 acusados de cumplicidade com o terrorista suicida Abdelfettah Raydi, que detonou um cinto de explosivos em março de 2007 em um cibercafé de Casablanca.

EFE |

A corte decidiu elevar de 8 a 10 anos de prisão a condenação de Yassine Bounejra, e aumentar também as de Khaled el-Ayachi, de 6 a 10 anos, e Hicham Maâch, de 3 a 10 anos, informou a agência oficial "MAP".

Além disso, a corte estendeu a detenção para Abdessamad Lamsimi de 6 a 8 anos, e ampliou a sentença de 4 para 5 anos a Abdelmoula Lhafi, Mustapha Zaoui, Mohamed Labjili e Abdelkébir Chaoui.

A decisão, emitida em primeira instância contra os outros 42 acusados, que varia entre absolvição e 30 anos de prisão, foi confirmada pelo tribunal de Salé.

Todos são acusados de formação de "grupo criminoso com o objetivo de preparar e cometer atos terroristas em relação com um projeto coletivo para perturbar a ordem pública através do terror".

O tribunal também afirma que eles fabricavam e estavam de posse de explosivos, cometiam agressão premeditada contra pessoas, atos de sabotagem, homicídio voluntário, roubos, financiamento do terrorismo e não denúncia de atos terroristas, entre outras atividades.

Os fatos se remontam a 11 de março de 2007, quando o terrorista Abdelfettah Raydi morreu em um cibercafé da cidade marroquina de Casablanca ao ativar o cinto de explosivos que carregava. EFE alr/db

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