Três insurgentes morrem e 6 são detidos no Afeganistão

Cabul, 25 mai (EFE).- Pelo menos três supostos insurgentes morreram hoje e seis foram detidos em ofensivas das tropas afegãs e da coalizão liderada pelos Estados Unidos na província afegã de Helmand, informou hoje o comando militar americano.

EFE |

Segundo um comunicado, os militares lançaram várias operações contra líderes da insurgência relacionados a ataques com artefatos explosivos nos distritos de Nad Ali e Lashkar Gah.

De acordo com a versão militar, um talibã morreu atingido pelos disparos dos soldados na saída do edifício onde estava escondido, após ignorar os avisos das tropas para que se rendesse.

Nesse mesmo local, as tropas mataram um segundo insurgente que utilizava civis como "escudo" para se proteger.

Durante o tiroteio, uma mulher e uma criança ficaram feridas e foram levadas a um hospital de campanha.

Os militares realizaram uma operação contra outro refúgio insurgente, onde estavam mulheres e crianças, que causou a morte de outro talibã.

Na ofensiva, que acabou com a detenção de seis suspeitos, as tropas acharam uma espingarda e muita munição.

"Levamos muito a sério a segurança dos civis afegãos e, sinceramente, lamentamos que alguns deles tenham ficado feridos nesta operação", disse o porta-voz do Ministério da Defesa, general Mohammed Zahir Azimi, que denunciou que os insurgentes colocam os civis em lugares onde podem ficar feridos.

Também em Helmand, forças de elite afegãs e tropas da coalizão mataram 60 supostos insurgentes em uma ofensiva na qual os militares confiscaram cerca de 92 mil quilos de drogas na semana passada.

As tropas iniciaram a operação na terça-feira passada com o objetivo de tomar o controle de um reduto dos talibãs considerado um polo para o armazenamento e processamento de narcóticos no município de Marjeh, pertencente ao distrito de Nad Ali.

Segundo o comando americano, 90% do ópio afegão são cultivados na província de Helmand, atividade que representa uma importante fonte de financiamento da insurgência talibã. EFE lo-mb/an

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