O Partido Trabalhista desistiu de votar nesta quarta-feira uma lei de dissolução do Parlamento, que poderia provocar a queda do governo de Ehud Olmert, envolvido em um escândalo de transferência ilegal de recursos.

A decisão foi adotada por um acordo fechado entre o Kadima, o partido do primeiro-ministro, e os trabalhistas, liderados pelo ministro da Defesa, Ehud Barak.

Segundo o acordo, Olmert aceitou organizar primárias dentro do Kadima, como exigia Barak, antes de 25 de setembro.

Com isto, o Partido Trabalhista não vai apoiar a oposição israelense na tentativa de derrubar o governo de Olmert.

jlr/fp

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