forte terremoto no Haiti transformou as redes sociais na internet em fontes de informação de primeira mão para acompanhar o desastre, assim como para fazer pedidos de ajuda e, sobretudo, para mostrar solidariedade pelo ocorrido. " / forte terremoto no Haiti transformou as redes sociais na internet em fontes de informação de primeira mão para acompanhar o desastre, assim como para fazer pedidos de ajuda e, sobretudo, para mostrar solidariedade pelo ocorrido. " /

Terremoto no Haiti evidencia redes sociais na busca de informação

LOS ANGELES - O caos gerado após o http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/13/terremoto+mais+forte+dos+ultimos+200+anos+devasta+capital+do+haiti++9273091.html target=_topforte terremoto no Haiti transformou as redes sociais na internet em fontes de informação de primeira mão para acompanhar o desastre, assim como para fazer pedidos de ajuda e, sobretudo, para mostrar solidariedade pelo ocorrido.

EFE |

A imprensa internacional foi a primeira a se voltar para a internet a fim de buscar testemunhos que possam esclarecer a situação da área atingida depois que o terremoto deixou inoperantes as redes de telefonia fixa e pouco acesso a conexões móveis.

Novamente o Twitter - ferramenta de microblogging que já foi protagonista nas revoltas do Irã em 2009 - canalizou os comentários de solidariedade e as experiências de improvisados correspondentes cidadãos, que tentavam informar ao mundo as novidades a partir da área de catástrofe ou fotos sobre a devastação.

A demanda da imprensa levou sites de imagens como o Twitpic , na qual o usuário pode carregar suas fotografias logo após serem tiradas com o telefone celular, a se transformar em mercados nos quais de pode buscar imagens recentes para ilustrar o fato.

Edifícios destruídos, pessoas assustadas e outras fotos de escombros tiradas por cidadãos comuns não demoraram a fazer parte do arquivo de jornais americanos ou televisões de diferentes partes do planeta.

Alguns vídeos gravados por moradores chegaram à rede, como um colocado no YouTube , poucas horas depois do grande tremor, que mostrava a nuvem de poeira gerada pelos desabamentos de diversos edifícios e no qual se ouve em inglês a voz nervosa de uma mulher dizendo que "o mundo vai acabar".

Outra função rapidamente tomada pelas redes sociais foi a de catalizadoras dos movimentos de solidariedade, tanto através do Twitter quanto do Facebook.

Neste último, a comunidade recentemente criada "Help Haiti Donate Now! Earthquake Disaster Relief" serviu de ligação para dirigir as doações dos internautas para organizações humanitárias do país caribenho.

O Facebook também foi o fórum escolhido por alguns usuários da vizinha República Dominicana para pedir ajuda às vítimas através de comunidades como "Ayuda Haiti: Terremoto 12 de Enero 2010" ou "Oremos por Haiti", que em poucas horas superaram as centenas de membros.

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