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Terremoto no Chile não oferece risco ao Brasil, diz especialista

Apesar de o terremoto que atingiu o Chile neste sábado ter sido http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/02/27/moradores+de+sp+sentem+reflexo+do+terremoto+no+chile+9411225.html target=_topsentido em São Paulo e no Paraná, ele não oferece risco ao Brasil, segundo Jorge Sands, chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília.

Luísa Pécora, iG São Paulo |


"O tremor pode provocar tonturas e deixar as pessoas nervosas, mas a possibilidade de derrubar uma estrutura no nosso país é muito pequena", explicou.

O terremoto, que teve 8,8 graus de magnitude, atingiu o centro-sul do Chile às 3h26 deste sábado (horário de Brasília) e deixou mais de 147 mortos. Bombeiros da capital de São Paulo e de Cascavel (PR) receberam chamados de pessoas assustadas com o tremor, mas danos ou vítimas não foram registrados.

Segundo Jorge Sands, dois fatores colaboram para que o terremoto seja sentido com mais força em São Paulo: a quantidade de prédios altos e a estrutura geológica.

"São Paulo está em uma bacia sedimentar, onde o solo é mais solto. Quando uma onda sísmica passa por ele, gera maior oscilação", explica. "Quem está em prédios altos pode sentir a oscilação com mais força", completa, dizendo que moradores de primeiros e segundo andares dificilmente serão afetados.

O especialista afirma que um terremoto de 8 graus de magnitude certamente gera réplicas, ou seja, outros tremores. "Novos abalos vão acontecer e isso é normal, disse.


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