Terremoto na China deixou mais de 14 mil mortos, segundo Governo

Pequim, 14 mai (EFE).- O vice-governador de Sichuan, Li Chengyun, anunciou hoje que 25.

EFE |

788 pessoas continuam soterradas sob os escombros, outras 14.051 foram dadas como desaparecidas e 14.463 morreram na província do sudoeste da China, onde esteve localizado o epicentro do terremoto da última segunda-feira.

Li Chengyun divulgou os dados em entrevista coletiva na qual também anunciou que o número de feridos em Sichuan subiu para 64.746.

Além disso, até o momento foram registradas ao todo 14.866 vítimas do terremoto, segundo a agência oficial de notícias "Xinhua".

Além dos 14.463 mortos em Sichuan, outras 280 pessoas morreram na província de Gansu; 106 na de Shaanxi; duas na de Henan; uma em Yunnan e 14 em Chongqing, segundo fontes oficiais citadas pela agência.

Entre os mortos, estão 178 estudantes de uma escola de ensino médio de três andares do distrito de Qingchuan, que foi derrubada pelo terremoto e sob cujos escombros continuam soterrados 23 alunos.

As operações de resgate foram prejudicadas pela falta de materiais, afirmaram as autoridades locais.

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que está no local, inspecionou hoje de helicóptero uma das localidades mais atingidas e que até agora esteve incomunicável, Yingxiu, localizada em Wenchuan, epicentro do terremoto.

Duzentos soldados do Exército de Libertação Popular (ELP) conseguiram chegar hoje de lancha até essa localidade, depois de 40 horas de viagem, dentro do enorme dispositivo militar enviado pelo Governo chinês para auxiliar nos trabalhos de resgate.

Até o momento, o Exército de Libertação Popular (ELP) destacou cerca de 50 mil efetivos na área, entre soldados, policiais militares e forças paramilitares. EFE cg/ev/gs

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