Terremoto em Samoa mata 14 e destroi centenas de casas

Sydney (Austrália), 29 set (EFE).- Pelo menos 14 pessoas morreram e centenas de casas foram destruídas ou danificadas em Samoa e em outras ilhas do Pacífico, por causa do terremoto de pelo menos 7,9 graus que atingiu hoje a região, e que provocou a formação de um tsunami.

EFE |

O terremoto causou ondas de até de três metros em diferentes zonas da região, onde, por enquanto, a ilha mais afetada é a de Upolu, em Samoa Ocidental, segundo fontes policiais locais citadas pela "Rádio Nova Zelândia".

Upolu, de 1,125 mil quilômetros quadrados, é a segunda maior ilha do arquipélago de Samoa, depois da de Savai'i, e abriga a capital, Apia.

De acordo com informações recolhidas em Apia pela Polícia, também as aldeias da pequena ilha vizinha de Monono ficaram danificadas e uma extensa parte do antes era terra firme está sob a água.

O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico emitiu após o terremoto um alerta destinado, em particular, à Nova Zelândia, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa e Tonga.

Depois, foram emitidos vários alertas de tsunami para as Ilhas Cook, Tokelau, Niue, Marshall, Ilhas Salomão, Kermadec, Palmyra, Howland, Baker, Jarvis, Vanuatu e Nauru. Também há avisos para Nova Caledônia, Papua Nova Guiné, Austrália e outras ilhas do Pacífico.

A ameaça de tsunami no Havaí que tinha sido emitida foi cancelada, acrescentou o centro.

Outra agência de vigilância sísmica, o Serviço Geológico dos EUA elevou o tremor para 8 graus na escala Richter.

Na Nova Zelândia, o Ministério da Defesa Civil indicou que o terremoto foi de 8,3 graus Richter.

O tremor, cujo centro foi localizado a cerca de 50 quilômetros de profundidade - distância relativamente baixa -, ocorreu às 14h48 de Brasília.

O epicentro ficou 180 quilômetros ao lés-noroeste de Hihifo, em Tonga, e 200 quilômetros ao su-sudoeste de Ápia, em Samoa.

Segundo residentes em Apia disseram à "Rádio Nova Zelândia", após o terremoto que sacudiu a ilha durante cerca de três minutos, muitas famílias deixaram suas casas para se refugiar em lugares altos da cidade. EFE mfr/an

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