Granadas deixam quatro mortos e 40 feridos em Nairóbi; governo culpa militantes da Somália ligados à Al-Qaeda

Mulher conforta menino ferido em ataque a terminal de ônibus em Nairóbi, no Quênia
AP
Mulher conforta menino ferido em ataque a terminal de ônibus em Nairóbi, no Quênia

Um ataque a granada contra um terminal de ônibus neste sábado em Nairóbi, capital do Quênia, deixou quatro mortos e 40 feridos. Autoridades do país culparam militantes somali ligados à rede terrorista Al-Qaeda pelo atentado.

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De acordo com testemunhas, três granadas foram atirados de um carro contra o terminal. Ruben Otsembo colocava gasolina em sua moto quando viu um homem coberto de sangue gritando sobre uma explosão. Pouco depois, o homem caiu no chão e morreu.

Frederick Shikutu, que ficou ferido no braço e na perna ao comprar uma passagem, disse ter ouvido duas explosões fortes. “Foi a segunda que me pegou”, afirmou, enquanto era levado para uma ambulância.

O porta-voz da polícia, Charles Owino, culpou o grupo Al-Shabab pelos ataques. No passado, os militantes somali assumiram atentados a bomba e granadas no Quênia, em resposta à decisão do país de enviar militares à Somalia em outubro.

O envio de tropas aconteceu após vários ataques de atiradores somali no Quênia. “Quando mais eles nos atacarem, mais agressivos ficaremos”, disse Owino.

Com AP

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