Termina prazo dado por Governo do Sri Lanka para retirada de civis

NOVA DÉLHI - O prazo de 48 horas dado pelo governo do Sri Lanka para a retirada de civis que estão na zona de guerra no norte do país terminou neste domingo com acusações mútuas entre o Executivo e a guerrilha tâmil, que denunciou a morte de outras 39 pessoas em bombardeios.

EFE |

"Pela primeira vez na área de segurança, as Forças Aéreas do Sri Lanka atacaram no sábado Mungkilaaru e Chuthanthirapuram. Disparos de artilharia continuaram sem descanso contra alvos civis", disse o dirigente guerrilheiro B. Nadesan ao portal "Tamilnet".

A guerrilha dos LTTE (Tigres de Libertação da Pátria Tâmil) está confinada em uma área de selva de cerca de 300 quilômetros quadrado, após uma intensa ofensiva do Exército.

Em 30 de janeiro, o presidente cingalês, Mahinda Rajapaksa, ofereceu um cessar-fogo de 48 horas para permitir a saída segura de civis na área controlada pela guerrilha.

Mas, segundo assegurou neste domingo, em comunicado, o Ministério cingalês de Defesa, os terroristas (sic) "ignoraram" o ultimato, "declarado para assegurar a evacuação segura de 120.000 pessoas mantidas como escudos humanos pelos LTTE".

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