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Tempo dificulta resgate de vítimas do tremor que deixou 120 feridos no Japão

As equipes de resgate trabalhavam debaixo de chuva e em meio a uma espessa neblina no norte do Japão em busca de vítimas do forte terremoto que deixou pelo menos 120 feridos na madrugada desta quinta-feira.

AFP |

O tremor, de magnitude 6,8 na escala Richter, sacudiu pouco depois da meia-noite as prefeituras de Iwate e Aomori, no norte da ilha de Honshu, uma região montanhosa já afetada, em 14 de junho, por um terremoto de 7,2 graus que causou 13 mortes e dez desaparecidos.

O novo terremoto deixou 95 feridos, 22 deles em estado grave, segundo um balanço oficial provisório, que, por ora, não indica nenhuma vítima fatal.

Os helicópteros militares entraram em ação logo cedo apra tentar localizar possíveis sobreviventes presos, mas a chuva e a neblina dificultam as tarefas.

O governo central de Tóquio ativou uma célula de crise.

Na capital, o tremor fez os prédios balançaram, apesar de Tóquio estar a 500 km do epicentro.

Um primeira réplica do tremor, de magnitude 5 na escala Richter, ocorreu horas depois, mas os sismólogos acreditam que o número de réplicas deve ser escasso, já que o tremor inicial aconteceu numa grande profundida (120 km abaixo da superfície).

Situado na união de quatro placas tectônicas, o Japão sofre a cada ano milhares de tremores. A solidez das construções e a boa preparação da população permitem que, no geral, haja um limitado número de vítimas em caso de terremotos mais violentos.

kdf-oh/cn

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