Tempestade "Tomas" deixa pelo menos 2 mortos em Santa Lúcia

República Dominicana emitiu alerta ao litoral caribenho devido às "ondas anormais" causadas pelo fenômeno tropical

EFE |

Pelo menos duas pessoas morreram na ilha caribenha de Santa Lúcia com a passagem da tempestade tropical "Tomas", que chegou como furacão às Antilhas Menores no fim de semana. "Tomas" alcançou a categoria dois na escala de intensidade Saffir-Simpson, de um máximo de cinco, com ventos máximos sustentados de até 160 quilômetros, e provocou fortes chuvas em São Vicente e Granadinas, Santa Lúcia e Martinica.

As autoridades de Santa Lúcia disseram que "Tomas" castigou no domingo a ilha como furacão de categoria um e causou a morte de duas pessoas - um turista e uma moradora de Dennery, de 31 anos. A identidade do turista ainda não foi revelada, mas se sabe que ele morreu afogado no litoral norte do país, enquanto a mulher morreu ao deixar seu veículo na estrada e cair de um precipício.

O primeiro-ministro de Santa Lúcia, Stephenson King, ressaltou, após sobrevoar as regiões afetadas, que, "o sul da cidade de Vieux Fort parece ter sofrido a pior parte da fúria de 'Tomas'". Ele explicou que neste momento é necessário liberar os acessos à região, "que está bloqueada por deslizamentos de terra", para avaliar com maior precisão os danos causados pelo fenômeno meteorológico. "O hospital e a escola primária da região perderam os telhados, e algumas pontes vitais" para o tráfego de veículos sofreram prejuízos, acrescentou.

O Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos afirmou em seu boletim das 13h (horários de Brasília) desta segunda-feira que a tempestade "Tomas" se encontra a cerca de 150 quilômetros ao norte-nordeste de Curaçao e se desloca em direção oeste-sudoeste com uma velocidade de translação de 22 km/h.

As autoridades da República Dominicana emitiram nesta segunda-feira um alerta para as províncias do litoral caribenho devido às "ondas anormais" que precedem a chegada da tempestade tropical "Tomas", informou nesta segunda-feira o diretor do Centro de Operações de Emergência (COE), Juan Manuel Méndez.

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