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Miami, 21 jul (EFE).- A tempestade tropical Dolly chegou hoje ao nordeste da península de Iucatã e pode se transformar em ciclone nas águas do Golfo do México, enquanto Cristóbal se afasta do litoral da Carolina do Norte.

"Dolly" apresenta ventos máximos sustentados de 85 quilômetros por hora e "se espera que ganhe força quando seu olho estiver sobre o Golfo do México, por isto poderia se transformar em furacão amanhã", informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, em inglês) dos Estados Unidos, em seu boletim das 9h (horário de Brasília).

Uma tempestade tropical se transforma em furacão de categoria 1 quando seus ventos máximos sustentados alcançam 119 quilômetros por hora.

Está mantido um aviso de tempestade (passagem da tormenta em 24 horas para a península de Iucatã) desde a fronteira com o Belize até Campeche (México).

Naquele momento, o olho de "Dolly", que se formou ontem, estava perto da latitude 21,6 graus norte e da longitude 88,7 graus oeste, a 105 quilômetros a leste-nordeste de Progreso, no México.

"Dolly" se desloca em direção ao oeste-noroeste a 26 quilômetros por hora e se prevê que "mantenha a trajetória nos próximos dois dias, com diminuição da intensidade amanhã".

Enquanto isto, a tempestade tropical "Cristóbal", que se formou no sábado, continua se afastando do litoral da Carolina do Norte em direção ao nordeste do Atlântico.

O olho de "Cristóbal" está na latitude 36,1 graus norte e longitude 73,9 graus oeste, a 175 quilômetros ao nordeste de Cape Hatteras, na Carolina do Norte.

"Cristóbal" está se dirigindo em direção ao nordeste a 20 quilômetros por hora e espera-se que mantenha seu curso com algum aumento de velocidade nos próximos dois dias.

Seus ventos máximos sustentados alcançam 85 quilômetros por hora e não deve haver mudanças em sua intensidade.

Durante a temporada atlântica de 2008, que começou em primeiro de junho e que termina em 30 de novembro, já se formaram quatro tempestades tropicais, "Arthur", "Bertha" - que se tornou no primeiro ciclone da temporada -, "Cristóbal" e "Dolly".

Os meteorologistas prevêem que a temporada seja um "pouco mais ativa" do que o normal, com a formação de seis a nove furacões e de 12 a 16 tempestades tropicais. EFE emi/wr/fal

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