Tempestade Fay atinge Cuba e ameaça a Flórida

A tempestade tropical Fay está castigando o Caribe com fortes chuvas e ventos que superam os 75 km/h e já provocou pelo menos uma morte na Republica Dominicana, segundo a imprensa local. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, com sede em Miami, informou em um boletim que a tempestade deve ganhar força nas próximas horas e poderia se transformar em um furacão ainda no domingo.

BBC Brasil |

Por volta das 16h40, hora de Brasília, Fay se encontrava a cerca de 280 km a noroeste da capital haitiana, Porto Príncipe, e a 80 km de Cuba, para onde está indo.

Alertas de furacão foram emitidos para três províncias cubanas.

Flórida
De acordo com o Centro Nacional de Furacões, a tempestade está se dirigindo para a região do Estado americano da Flórida, para onde deve seguir depois de passar por Cuba.

A projeção do Centro indica que ela poderia chegar à Flórida na segunda-feira, mas ainda não se sabe ao certo quais serão as regiões mais afetadas, nem se de fato a centro da tempestade vai passar pelo Estado americano ou vai seguir pelo Golfo do México ou pelo Oceano Atlântico.

Mesmo assim, em Miami, muitas pessoas já estão procurando postos de gasolina para abastecer seus carros e estocando alimentos e água, temendo a chegada de Fay.

Segundo o site de notícias Hoy Digital, da República Dominicana, uma mulher morreu e duas crianças ficaram desaparecidas durante a passagem da tempestade.

O marido de Esther Jimenez, que sobreviveu, disse que dirigia um veículo em todos estavam e que tentou atravessar um rio que havia transbordado em Higuey, a cerca de 145 km da capital, Santo Domingo.

O carro foi levado pela água e ele foi o único a conseguir escapar.

A Defesa Civil dominicana informou que 2.230 pessoas estavam refugiadas em abrigos no país. Também há relatos de apagões.

Fay é a sexta tempestade com nome da temporada de furacões deste ano no Atlântico, que vai de junho a novembro. Só recebem nome tempestades que atingem o status de tempestade tropical ou furacão.

Já houve dois furacões neste ano no Atlântico, Bertha e Dolly.

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