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Taiwan defende manutenção de laços de segurança com os EUA

Taiwan defendeu a manutenção de seus antigos acordos de segurança com os Estados Unidos apesar de pretender estreitar relações com sua tradicional rival China, afirmou nesta terça-feira o presidente eleito Ma Ying-jeu em uma entrevista concedida à AFP.

AFP |

"Obviamente temos uma antiga relação de segurança com os Estados Undios e continuaremos estreitando-a", afirmou.

Ma Ying-jeu minimizou a preocupação manifestada pela China em relação à compra de 66 caças F-16 norte-americanos, por um valor mínimo de 3,3 bilhões de dólares, atualmente discutida pelo Congresso em Washington.

Se for aprovada esta será uma das maiores vendas de armas de Washington a Taiwan nos últimos anos.

Washington continua sendo o principal fornecedor de armas a Taiwan, apesar de ter reconhecido o regime de Pequim em 1979.

"Adquirir armas defensivas para a segurança nacional é legítimo. Acredito que a parte continental entende isso muito bem", afirmou Ma à AFP.

"A aquisição deste armamento não colocará em perigo a segurança da parte continental, apenas reforçará nossa defesa", acrescentou.

A China, que considera Taiwan parte de seu território, ameaçou este país algumas vezes com uma invasão caso proclamasse sua independência e mantém 1.000 mísseis balísticos apontados para a ilha.

Ma Ying-jeou, de 57 anos, eleito no dia 22 de março e que deve tomar posse em 20 de maio, expressou sua intenção de assinar um "tratado de paz" com a China para pôr fim ao conflito armado que persiste desde 1949, data da proclamação da independência da ilha.

km/dm

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