Tailândia procura outros dois suspeitos de célula terrorista do Irã

São procurados homem que ajudou suspeita a alugar casa onde grupo se alojava e especialista em explosivos

iG São Paulo |

A polícia da Tailândia informou nesta sexta-feira que procura outros dois suspeitos de envolvimento na célula terrorista iraniana desativada na terça em Bangcoc. Segundo o governo tailandês, os terroristas planejavam lançar atentados contra diplomatas israelenses .

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AP
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O chefe da polícia tailandesa, Winai Thongson, indicou que as buscas têm como alvo um homem que alugou juntamente com uma mulher chamada Rohani Leila, que também é procurada, a casa na capital tailandesa onde o grupo se alojava. Na quinta-feira, a polícia anunciara a procura de homem de cerca de 50 anos que foi filmado pelas câmeras de segurança saindo da casa com uma mala horas antes da primeira explosão no imóvel.

O suspeito, que foi visto entrando e saindo várias vezes do local durante todos os dias da última semana, é tido pela polícia como um especialista em explosivos que ensinava os outros membros da célula a fabricar bombas , segundo informou o periódico The Nation.

Os corpos de segurança detiveram até o momento três cidadãos iranianos, dois deles em Bangcoc, na terça-feira, e o terceiro no dia seguinte, em Kuala Lumpur, na Malásia, aonde chegou de avião desde a capital tailandesa.

Os dois primeiros são Saeib Morabi, de 28 anos, que feriu as duas pernas quando a granada que levava explodiu, e Mohammad Hazei, de 42 anos, preso no aeroporto quando tentava sair do país rumo à Malásia. O terceiro é Masoud Sedaghatzadeh, de 31, detido em Kuala Lumpur quando aguardava um voo a Teerã.

A mulher identificada como Rohani Leila, de 32 anos, seria também integrante do grupo. Ela entrou na Tailândia com os outros três, mas retornou ao Irã em 5 de fevereiro após alugar a casa. Acredita-se que ela deixou o país.

A célula foi descoberta na terça-feira, depois que uma explosão atingiu uma casa onde o trio se alojava, o que o forçou a fugir. Uma operação no imóvel permitiu à polícia descobrir explosivos preparados para ser colocados em carros, assim como ocorreu nos últimos atentados contra diplomatas israelenses na Índia e Geórgia .

*Com EFE

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