Suspeito em atentado que matou 21 na Tunísia se diz inocente

Paris, 5 jan (EFE).- Christian Ganczarski, principal suspeito de cumplicidade no atentado a uma sinagoga em Yebra, na Tunísia, que matou 21 pessoas em 2002, declarou-se inocente durante o julgamento iniciado hoje no Tribunal Antiterrorista de Paris.

EFE |

"Cada vez em que morrem inocentes, isto me afeta profundamente. O que se quer fazer comigo neste julgamento não é a busca da verdade, mas uma execução", afirmou o suspeito polonês naturalizado alemão e convertido ao islamismo.

Ganczarski, de 42 anos, e simpatizante declarado da rede terrorista Al Qaeda, tendo recebido treinamento em seus campos no Afeganistão, é acusado de dar sinal verde ao atentado após falar por telefone com o suicida que o cometeu, Nizar Nawar.

Além dele, o Tribunal julga Khalid Cheikh Mohammed, detido na base americana de Guantánamo, em Cuba, por suspeita de envolvimento nos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, e Walid Nawar, irmão do suicida que cometeu o atentado. EFE lmpg/jp

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