Susan Atkins, assassina de Sharon Tate, morre na prisão

Susan Atkins, membro da família Manson e condenada por assassinar sete pessoas em 1969, entre elas a atriz Sharon Tate, morreu na noite de quinta-feira aos 61 anos em uma prisão da Califórnia.

AFP |

Atkins, que sofria de um câncer terminal, teve seu pedido de liberdade por enfermidade negado.

Cúmplice do criminoso americano Charles Manson, foi um dos membros mais notórios da seita e admitiu ter esfaqueado até a morte a atriz Sharon Tate, que estava grávida de oito meses do marido, o diretor Roman Polanski, em 1969.

Atkins disse que a esfaqueou porque estava "farta" de ouvi-la implorando. Depois de apunhalar Tate, Atkins usou seu sangue para escrever "PIG" (porco) na porta de entrada da casa.

Atkins foi condenada à morte depois de ter sido considerada culpada de sete assassinatos e uma conspiração para matar.

A sentença de morte foi comutada em prisão perpétua em 1972 quando a Suprema Corte da Califórnia aboliu a pena de morte.

Charles Manson, retratado em seu julgamento com um solitário louco por drogas e um poder de persuasão quase hipnótico, ordenou a seus devotos realizar vários assassinatos em bairros alvos de classe média alta para provocar uma guerra de raças apocalíptica.

Manson, de 74 anos, e outros três membros de sua seita, continuam na prisão.

rcw/lm

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