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Supremo paquistanês rejeita processo contra Musharraf por traição

Nova Délhi, 30 jul (EFE).- A Suprema Corte do Paquistão rejeitou hoje um pedido para processar o ex-chefe do Exército Pervez Musharraf por traição à nação, em relação ao fato de o militar ter declarado o estado de exceção em novembro de 2007.

EFE |

De acordo com o canal de televisão "Geo", o Supremo, liderado por Iftikhar Chaudhry, disse que só tem competências para declarar este passo "inconstitucional".

O advogado Hamid Khan argumentou à Corte que Musharraf, que chegou ao poder após um golpe de Estado violento em 1999, deveria ser julgado por ter entrado na vida política enquanto mantinha seu cargo à frente do Exército e por ter declarado o estado de exceção em 2007, algo que significa uma "traição" à nação, afirmou.

O Supremo rejeitou o pedido e observou que este debate deveria ser levado ao Parlamento, mas assegurou que pelo menos 41 decisões que o ex-general tomou após novembro de 2007 foram "inconstitucionais".

A Corte tinha convocado Musharraf para que desse explicações sobre a suspensão das garantias constitucionais, período em que o ex-general aproveitou para afastar a cúpula judicial e expulsar o próprio Chaudhry.

Nem o ex-presidente nem seus advogados compareceram perante a Corte. EFE amp/db

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