Supremo italiano anuncia 16 anos de prisão a africanos por terrorismo

Roma, 11 jun (EFE).- A Corte Suprema da Itália confirmou hoje a condenação do marroquino Mohammed Daki a quatro anos de prisão e dos tunisianos Bouhyaia Ben Maher Abdelaziz e Toumi Ali Ben Sassi a seis, sob a acusação de prática de terrorismo internacional.

EFE |

Com essa sentença, o Supremo ratificou as ditadas pelo Tribunal de Apelação de Milão (norte) em 23 de outubro de 2007.

Os juízes do Supremo declararam "inadmissível" o recurso apresentado pelo advogado de defesa de Daki, Vainer Murani, contra a condenação emitida pelo Tribunal de Apelação milanês.

O caso teve grande repercussão na imprensa italiana, depois de em 28 de novembro de 2005 os três acusados terem sido absolvidos em primeiro grau pelo Tribunal de Milão.

O Tribunal de Apelação tinha considerado na ocasião que o recrutamento de combatentes era uma "ação de guerrilha durante um conflito bélico", ao contrário de uma ação terrorista.

A sentença foi cancelada após o acolhimento de um pedido do procurador-geral de Milão. Em 11 de outubro de 2006, a Corte Suprema ordenou que o julgamento fosse repetido. EFE ebp/fr

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