Suposto mercenário morto na Bolívia fundou grupo paramilitar húngaro

Bucareste, 23 abr (EFE).- O suposto mercenário Árpád Magyarosi, romeno de origem húngaro morto no último dia 16 em uma operação antiterrorista na Bolívia, fundou há anos um grupo paramilitar ultranacionalista húngaro, informa hoje a imprensa da Romênia.

EFE |

Os diários do país balcânico publicam vários detalhes sobre a vida do suposto terrorista morto no país andino, em uma ação policial para desarticular um grupo que, segundo as autoridades bolivianas, planejava matar o presidente Evo Morales.

Segundo os jornais da Romênia, Magyarosi era um apaixonado por música que tinha se convertido ao islamismo e "viveu uma de romance e aventuras".

As autoridades romenas entraram em contato com sua família para discutir a repatriação do corpo desde a Bolívia.

Uma operação antiterrorista desenvolvida pela Polícia boliviana na cidade de Santa Cruz (leste) matou Magyarosi, o irlandês Mike Dwyer e o boliviano-croata de origem húngara Eduardo Rózsa Flores, suposto líder do bando. EFE Mg/mh

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