Genebra, 12 jul (EFE).- O resgate do cidadão suíço sequestrado por rebeldes islamitas em Mali e libertado hoje foi possível graças à mediação do presidente do país africano, Amadu Tumani, segundo as autoridades da Suíça.

"O presidente de Mali confirmou ao meio-dia que o refém tinha sido libertado. A Suíça não negociou com os seqüestradores, nem entregou nenhum resgate", afirmou Markus Börlin, chefe do departamento de crise do Ministério de Exteriores suíço.

Börlin recusou a explicar como aconteceu a libertação e se limitou a dizer que foi a Presidência de Mali que a alcançou.

O ex-refém "chegará esta tarde a Bamaco, onde passará por um exame médico. Se seu estado de saúde permitir, será imediatamente repatriado à Suíça", acrescentou.

O sequestrado, um advogado de 57 anos, foi preso pela Al Qaeda, no dia 22 de janeiro.

O cidadão suíço era o último sequestrado pelo braço norte-africano do grupo terrorista. EFE mh/pd

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