Sudão e Egito criam gabinete de crise conjunto para libertação de reféns

Cartum, 24 set (EFE).- As autoridades sudanesas anunciaram hoje a criação de um gabinete de crise conjunto com o Egito para intensificar os esforços na libertação dos onze turistas europeus e oito egípcios seqüestrados na sexta-feira passada no sul egípcio.

EFE |

As autoridades e forças de segurança dos dois países estão colaborando para tentar conseguir a libertação dos 19 reféns, que foram localizados ontem em território sudanês, a 27 quilômetros da fronteira com o Egito.

O diretor de Protocolo do Ministério de Assuntos Exteriores sudanês, Ali Youssef, disse à Agência Efe que o Sudão e a delegação egípcia que foi a Cartum para acompanhar o desenvolvimento dos eventos, decidiram não realizar nenhuma ação que possa colocar em risco a vida dos seqüestrados.

Youssef disse que as forças de segurança mantêm vigiados os seqüestradores e seus reféns, mas, por enquanto, não intervirão, diante do risco de que haja um confronto violento.

Além disso, Youssef disse à Agência Efe que ainda não se chegou a nenhum acordo com os seqüestradores, mas garantiu que os reféns estão bem e em bom estado de saúde.

O representante sudanês disse hoje que não se sabe a identidade e nacionalidade dos seqüestradores, que poderiam ser quatro ou cinco homens, apesar de que ontem ter afirmado que os seqüestradores eram cidadãos egípcios.

Os turistas (cinco alemães, cinco italianos e um romeno) foram capturados durante uma viagem por uma remota zona do sudoeste do Egito, perto das fronteiras deste país com o Sudão e a Líbia.

Os reféns foram levados depois para território sudanês, onde estariam neste momento. EFE az/an

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