Sudão critica declarações de Obama sobre genocídio em Darfur

Cartum, 12 jul (EFE).- O Governo sudanês criticou hoje as últimas declarações sobre o conflito de Darfur feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mas descartou que isso possa afetar as relações entre os dois países.

EFE |

Durante sua recente visita oficial a Gana, Obama qualificou de "genocídio" o conflito na região sudanesa de Darfur desde 2003, e pediu uma "resposta internacional" para acabar com essa guerra e a da Somália.

O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores sudanês, Ali al-Sadeq, negou que haja um genocídio em Darfur, e disse à Agência Efe que as palavras de Obama "não afetarão o andamento dos laços entre os dois países".

Afirmou que o Governo sudanês prefere levar em conta o que afirmou o enviado especial dos EUA para o Sudão, Scott Gration, que, em sua última visita a Cartum, destacou que Washington está aberto e disposto a cooperar com o Sudão para resolver temas vinculados ao desenvolvimento e à paz em Darfur.

Nesse sentido, Sadeq aconselhou Obama a "consultar seu emissário sobre isso". EFE az/an

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG